Histórias e cultura

Batedora de carteiras quer deixar Joseon para trás, mas uma mala roubada a coloca entre uma atiradora da resistência e o filho adotivo do alvo

Em 100 Days of Deception, uma ladra quer fugir de Joseon, mas o roubo de uma mala a envolve no plano de So-ran contra Sato e na perseguição de Tae-gong.

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Arte oficial da série: moça de capa cor de laranja e chapéu pequeno e rapaz de terno escuro olhando para ela, numa plataforma de estação de trem dos anos 1930 com pessoas desfocadas em volta
Imagem oficial de divulgação de 100 Dias de Mentiras. Imagem promocional: Netflix / divulgação · Material de divulgação.

Em 100 Days of Deception, uma jovem que rouba para sobreviver em Joseon sonha fugir para a América. Ao levar uma mala com munição, interfere no plano de So-ran contra Sato. O encontro com Tae-gong, filho adotivo do alvo, transforma a fuga em uma sequência de suspeitas, riscos e revelações.

Uma batedora de carteiras tenta juntar dinheiro para deixar Joseon, mas rouba justamente a mala de uma mulher que prepara um atentado contra um funcionário japonês. Em 100 Days of Deception, o furto leva a jovem até So-ran, uma atiradora da resistência, e Tae-gong, filho adotivo e intérprete do homem que ela pretende matar.

O enredo aparece no resumo dos episódios 1 e 2 publicado pelo canal CreamCheese Recap, em 12 de outubro de 2026. A história se passa em 1932, durante a ocupação japonesa, e acompanha uma protagonista que deseja escapar daquele ambiente, enquanto outras pessoas arriscam a vida para enfrentar o poder que o controla.

Reprodução/YouTube/CreamCheese Recap

Órfã aprendeu três idiomas antes de viver de furtos

A protagonista perdeu os pais e trabalhou como empregada de uma família missionária. Nesse período, aprendeu coreano, japonês e inglês. A habilidade com idiomas passa a ajudá-la a circular por espaços diferentes, reconhecer conversas e improvisar diante de situações perigosas.

A jovem vive de furtos nas estações de Gyeongseong e tem um objetivo definido: economizar para ir à América. Sua relação com Joseon é marcada pelo ressentimento. Para ela, aquele lugar não produziu uma oportunidade de recomeço, mas uma infância sem proteção e uma luta diária para conseguir sobreviver.

Quadrilha controla o dinheiro e a alimentação das crianças

A batedora de carteiras vive em uma comunidade pobre e integra um grupo explorado por um homem violento. Ele recolhe o dinheiro roubado e entrega pouca comida. Quem não consegue trazer uma quantia considerada suficiente corre o risco de ficar sem comer ou sofrer agressões.

Um amigo trabalha ao lado da protagonista e tenta protegê-la quando o homem cobra o que ela entregou. Os dois também convivem com Cotton-im, uma menina de sete anos hostilizada pelas outras crianças por ser japonesa. A pequena reforça o contraste entre a disputa política dos adultos e a vulnerabilidade de quem depende deles.

Cerimônia na estação reúne alvos com planos diferentes

A estação está especialmente cheia para receber Sato Shinichi, um alto funcionário do governo colonial. So-ran aparece acompanhando Philip, apresentado como um enviado americano. Ela finge ser a esposa chinesa dele, uma identidade criada para permitir sua aproximação do homem que deseja atingir.

So-ran guarda uma razão pessoal para a missão: Sato matou sua filha treze anos antes. A operação combina essa busca por vingança com a atuação de uma organização antijaponesa. Enquanto ela calcula como se aproximar do alvo, a protagonista observa sua mala como mais uma oportunidade de ganhar dinheiro.

Mala roubada leva munição e desmonta preparação do atentado

O furto acontece em meio à movimentação da estação. A jovem foge com a mala, e So-ran precisa lidar com o desaparecimento de itens necessários ao plano. A busca pelo objeto aumenta o perigo para a ladra, que recorre a uma identificação de primeira classe para atravessar o controle.

Mais tarde, ao examinar o material, ela percebe que a mala vazia continua pendendo para um lado. A inspeção do forro revela cinquenta balas escondidas. A descoberta tem sentidos opostos para as duas mulheres: para uma, é mercadoria que pode ser vendida; para a outra, representa a perda de parte de uma missão preparada.

Reprodução/YouTube/CreamCheese Recap

Tae-gong também perde carteira para a mesma jovem

Durante a fuga, a protagonista esbarra em Tae-gong, que carrega uma menina. Os dois trocam comentários em idiomas diferentes e descobrem que conseguem compreender mais do que o outro imaginava. O encontro tem provocações, pedidos de desculpa e outra oportunidade de furto.

Ela leva a carteira dele, mas encontra pouco dinheiro, além de documentos e um recibo de penhor. Tae-gong percebe o roubo depois e quer localizar a responsável pessoalmente. A perseguição começa por um objeto levado da carteira, antes de o rapaz compreender a ligação dela com os acontecimentos na casa de Philip.

Filho adotivo de Sato também teve passado nas ruas

Tae-gong não nasceu na posição privilegiada que aparenta ocupar. O resumo revela que ele também foi batedor de carteiras e acabou capturado por Sato. O funcionário o poupou e o adotou, enquanto outro integrante de seu grupo não recebeu a mesma proteção.

Agora, Tae-gong atua como intérprete e acompanha o pai adotivo. A proximidade não elimina a insegurança: ele precisa medir seu comportamento e ainda procura ser reconhecido como filho. Essa experiência cria uma ligação com a origem da protagonista, embora os dois estejam inicialmente em lados diferentes da perseguição.

Jantar na casa de Philip oferece nova chance a So-ran

Depois do furto, So-ran discute alternativas com seus aliados e prepara um jantar para receber Sato. A segurança ao redor do funcionário dificulta a aproximação, com inspeções rigorosas e revistas antes da refeição. Tae-gong acompanha o pai adotivo e leva uma arma para protegê-lo.

A protagonista entra na casa fingindo ser empregada e procura So-ran para cobrar pela devolução da munição. Enquanto o plano da atiradora exige discrição, a jovem tenta tirar proveito do que encontrou. Ela ainda rouba um passaporte americano, mantendo o foco na possibilidade de fugir do país.

Falso entregador provoca troca de tiros dentro da residência

Um homem disfarçado de entregador de bolo chega à casa e acaba envolvendo a jovem diretamente na ação. Ao ser mantida sob ameaça, ela tenta alertar Tae-gong em inglês, até conseguir transmitir que existe uma tentativa de assassinato em andamento.

Tae-gong reage para proteger Sato, e os disparos colocam todos em risco. Um aliado de So-ran é atingido. A atiradora reconhece o falso entregador e cria uma abertura para que ele escape, enquanto Philip elimina um vestígio que poderia comprometer o disfarce do casal.

Reprodução/YouTube/CreamCheese Recap

Defesa de Tae-gong impede acusação imediata contra a ladra

Os guardas suspeitam da protagonista porque ela permitiu a entrada do homem armado. Tae-gong intervém e explica que recebeu dela um aviso durante a ameaça, o que lhe permitiu reagir. A ajuda não encerra a investigação, mas oferece outra versão para a presença da jovem na casa.

So-ran também age para afastá-la do interrogatório, alegando uma complicação na gravidez e pedindo auxílio para voltar ao quarto. Philip usa sua posição para pressionar Sato. A disputa passa a envolver o risco de um conflito com os americanos, dentro das relações políticas apresentadas pela trama.

Mesmo depois do resgate, Sato aponta arma para o filho

Ao sair do banheiro onde estava protegido, Sato aponta uma arma para Tae-gong. O gesto acontece depois de o rapaz arriscar a vida para defendê-lo e mostra que a adoção não produziu a confiança que o intérprete gostaria de receber.

Tae-gong volta a pensar no episódio quando está sozinho. Ele não entende o que ainda precisaria fazer para ser visto sinceramente como filho. O desconforto permanece, mesmo quando Sato lhe entrega novas ordens, incluindo acompanhar Philip e buscar informações sobre a jovem que participou da confusão.

Hospital prolonga o disfarce e o risco de investigação

Depois do atentado frustrado, So-ran é levada ao hospital em uma encenação ligada à suposta perda da gravidez. Seus aliados controlam o atendimento e mantêm a versão que ajuda a afastar suspeitas e a pressionar Sato pelas consequências da operação de segurança.

Do lado de fora, Philip e a protagonista acompanham o atendimento com preocupação. A jovem acredita no perigo enfrentado pela mulher e muda de atitude diante do sofrimento que observa. O episódio aproxima as duas, apesar da discussão anterior sobre dinheiro e sobre a tentativa de assassinato.

Alimentos levados pela protagonista despertam memória da filha

A jovem recebe os cem wons que exigiu de So-ran, mas volta atrás e devolve a maior parte. Antes, também retorna ao hospital levando carne e algas, compradas para ajudar na recuperação. A iniciativa surpreende Philip, que ainda desconfia de que ela possa comprometer o grupo.

So-ran vê nesses gestos um sinal de consciência e rejeita a ideia de ferir uma compatriota com base em suspeitas. Os alimentos também lhe trazem uma lembrança dolorosa: eram usados na sopa que preparava para a filha nos aniversários. A aproximação deixa de ser apenas uma troca por dinheiro.

Identidade do entregador liga missão ao passado de So-ran

A atiradora conta a Philip como perdeu a filha e sobreviveu à violência de Sato. Depois de escapar, procurou a organização antijaponesa em Xangai, recebeu treinamento e passou a participar de operações. Durante anos, também tentou descobrir o paradeiro do marido.

O reencontro aconteceu justamente no atentado: o falso entregador era seu marido, igualmente determinado a matar Sato. Nenhum dos dois sabia que o outro estaria ali. So-ran facilitou sua fuga ao reconhecê-lo, e o encontro fez reaparecer lembranças que carregava desde a morte da criança.

Recibo de penhor termina como aposta para chegar à América

A protagonista ainda precisa resolver o furto da carteira de Tae-gong. Ela procura o recibo desaparecido e descobre que Cotton-im quase o usou como papel higiênico. Depois de recuperá-lo, decide não devolver imediatamente: pretende negociar o documento por uma possibilidade de se estabelecer na América.

O resumo termina na loja de penhores, onde Tae-gong a encontra antes dessa negociação. Ela tenta fugir, mas ele a intercepta e a segura. A jovem continua com seu plano de deixar Joseon, agora ligada a pessoas cujos segredos e lealdades já interferiram diretamente em sua sobrevivência.

Na sua opinião, o gesto de devolver parte do dinheiro mostra que a protagonista começa a rever sua relação com a resistência? Deixe sua opinião nos comentários.

Assista ao vídeo

Assista ao resumo dos episódios 1 e 2 de 100 Days of Deception no CreamCheese Recap.

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